domingo, 3 de agosto de 2008

DA FELICIDADE

Quantas vezes a gente,em busca da ventura,
Procede tal e qual o avozinho infeliz:
Em vão,por toda parte,os óculos procura
Tendo-os na ponta do nariz!


A preguiça é a mãe do progresso.
Se o homem não tivesse preguiça de caminhar,
não teria inventado a roda.

Mário Quintana

sábado, 2 de agosto de 2008

Alarmante!!!!


Adolescentes exageram no consumo de alimentos ricos em gordura e açúcar.
As cantinas sempre lotadas na hora do intervalo nas escolas não deixam dúvidas. Adolescentes adoram salgadinhos, refrigerantes e outras besteiras encontradas nesses lugares. Mas qual é, exatamente, o perfil nutricional desses estudantes? Responder a essa pergunta foi o intuito de uma pesquisa recente feita por duas estudantes do Departamento de Nutrição da Universidade de Brasília (UnB), sob a orientação da professora Kênia Baiocchi do Departamento de Nutrição. O estudo foi realizado com 49 alunas entre 14 e 17 anos de duas escolas da Asa Norte e duas de Taguatinga.
Segundo a aluna da graduação Raquel Costa Ferreira, o estudo demonstrou um consumo acentuado de alimentos ricos em gorduras e açúcares. Mais de 85% delas relataram ingerir balas, chicletes, pirulitos e similares entre cinco a sete vezes por semana. “Balas são açúcar simples, são pobres em nutrientes. Sem contar que estão relacionadas a cáries e outros problemas de saúde bucal” explica.
De duas a quatro vezes por semana, mais de 53% das alunas comem salgados assados e fritos, 51% ingerem chocolate e 46,9% bebem refrigerante. Quando a freqüência é analisada entre cinco a sete vezes por semana, 30% relatam comer salgados; 30%, chocolates; e 32% bebem refrigerantes. “Esse consumo é negativo porque esses alimentos são pobres em vitaminas e fibras. O ideal é que os lanches fossem mais a base de cereais e frutas”, afirma.
A alimentação desregrada, associada, entre outros fatores, à baixa atividade física, não poderia ter outro resultado. Cerca de 37% das estudantes apresentaram excesso de gordura corporal e 12% estavam em risco de sobrepeso. “A permanência do sobrepeso e da obesidade nos adolescentes pode futuramente aumentar o risco para doenças do coração, excesso de colesterol e favorecer o aparecimento de diabete melitus” alerta.
Em meio a estatísticas que demonstraram uma alimentação ruim, um dado chamou a atenção das estudantes. Mais da metade da amostra afirmou consumir mais de três unidades de frutas e hortaliças por dia, considerado ideal. Apesar dessa ser uma boa notícia, a quantidade de fibras ficou abaixo do esperado quando analisada a alimentação do dia anterior, contradizendo as expectativas.
Para a professora Kênia Maria de Carvalho, que orientou o trabalho, esse é um dado que merece ser analisado mais a fundo. Novos levantamentos poderiam confirmar a real ingestão de frutas, denotando preocupação com a
saúde e a estética pelas mulheres na adolescência.
Reeducação Alimentar
Embora o objetivo da pesquisa tenha sido desenhar um perfil do consumo, Raquel explica que os dados podem ser utilizados para atividades de conscientização e de promoção de uma alimentação saudável entre os adolescentes, familiares e donos de cantina. Um exemplo? “Incentivar o consumo da fruta em vez do suco, e preferir o suco natural ao refresco; trocar o salgado frito pelo assado sempre que possível”, enumera.
Para Raquel, a educação nutricional nessa faixa etária é muito importante para que as adolescentes passem a ter escolhas mais saudáveis. De acordo com a estudante, as alunas não precisam cortar totalmente refrigerantes, balas e chocolates. “Seria ideal que elas consumissem de uma a duas vezes por semana e procurassem, sempre que possível, substituir um doce por uma fruta”. O fato de as alunas apresentarem boas condições socioeconômicas, favorece o acesso aos alimentos mais saudáveis.
Kênia diz que pela resistência natural de adolescentes a mudanças, a melhor estratégia não é proibir ”mas trabalhar na negociação para acrescentar alimentos
saudáveis e, quem sabe, assim os salgadinhos vão perdendo status, porque os outros vão ganhando”.
Embora a amostra tenha sido composta apenas de mulheres por uma questão metodológica, as recomendações não eximem os garotos. “A preocupação com relação aos hábitos envolve meninos e meninas”, explica Kênia.
O estudo gerou um pôster apresentado no Congresso de Iniciação Científica ocorrido no início de outubro na UnB. As pesquisas foram realizadas durante novembro de 2006 e junho deste ano.
Fonte: Secretaria de Comunicação da UnB


http://www.saudeemmovimento.com.br/reportagem/noticia_frame.asp?cod_noticia=2692

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

jergs01cre.blogspot.com

Neste endereço podemos encontrar informações sobre JERGS 2008.
Meus atletas estão lá.
Beijão

Sonho!!!

Eu sempre sonhei com um mundo perfeito.
Onde as pessoas pudessem conviver pacíficamente, respeitando suas diferenças.
Trabalhar com educação é um desafio a este sonho.
Desafio de mantê-lo, pois diferenças fazem parte das 24 horas do dia.
Mas, por uma agradável surpresa, as diferenças enriquecem a vida, tornando-a mais colorida.
Então, ao contrário do que se possa pensar, as diferenças fazem a diferença, diferenciando-nos e enriquecendo-nos.
Luz e Paz!!!!
Virgínia

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